para embaralhar os meus dias
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
a brusca poesia da mulher amada
A mulher amada é como o pensamento do filósofo sofrendo
A mulher amada é como o lago dormindo no cerro perdido
Mas quem é essa misteriosa que é como um círio crepitando no peito?
Essa que tem olhos, lábios e dedos dentro da forma inexistente?
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